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Mostrando postagens com o rótulo Poemas

E AGORA?

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e eis que das profundezas  e das mais tenebrosas trevas se levantaram o vírus o verme duplo mal acometeu àquele povo desobediente e arrogante idólatra de toda a sorte de mentiras vícios e lascívia habitantes da terra de meu Deus agora a terra toda chora implorando misericórdia entoando salmos determinando vitórias  em nome do Pai do filho  e do Espírito Santo que logo serão esquecidos mal passe a pandemia... Sandra May

MALDITO!

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Doente, demente, leviano, inconsequente                                       Descrente, descendente de indecente Dual, sem luz e sinal Marginal Semente de serpente Só mente e só. Seguem os dias Todos iguais Repetidos atos Repetidos atos Repetidos atos Seu único objetivo Praticar o mal o mal o mal o mal Sandra May/2013 Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum. Lucas 10:19

O QUE ESTÁ ACONTECENDO, AMOR?

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Que momento, gente! Que tormento! Em meio a uma forte tempestade Um jagunço armado até os dentes Travestido de palhaço Ri de tudo e de todos Enquanto a plebe aplaude Aos gritos de: mito, mito!!! S. May

MY DARK SIDE

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My dark side escreve e publica neste blog, sem nenhuma culpa. Boa noite, mulher deprimente! Tu que vives a iludir e enganar Me assediaste moralmente Farejando dinheiro no ar Creio que não ages sozinha Legião é o teu nome Teus demônios subalternos Do teu prato também comem Boa noite, mulher palhaça! Desprovida de encanto e graça O final da tua noite É sem mel nem cabaça Esses versos toscos eu escrevi Pra te passar uma mensagem: Tua intenção bem cedo previ Sinto muito, perdestes a viagem! S. May

MULHERES

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mulheres são fortalezas muralhas pilares alicerces telhados pisos cercas de arame farpado mourões pontes. mulheres são cais castelos casebres cabanas choupanas palafitas tendas iglus mulheres são cavernas frias com fogueira acesa dentro. Sandra May

CANTO A DIONÍSIO E APOLO

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Dionísio e Apolo Pelo amor de Zeus deem-me descanso Vós que partilhais o meu corpo, a minha alma E meu espírito Não se cansam jamais? Óbvio que não, são deuses ! Eu, simples mortal Escrava dos vossos caprichos Me embriago à noite, e, me reviro pelo avesso Desta vida Amanheço um vento moroso Que se segue à orgia Da noite passada e mal dormida Amanheço culpada e dividida. Sandra May

CARNE FRACA

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Sandra May Ingenuamente ela dormia Enquanto seus sonhos se dilaceravam Numa cerca de arame farpado. Sandra May

FLORZINHA É PARA OS FRACOS 9 3 9 3

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Já vivemos novos tempos nova era e quem dera fossem tempos de paz... Florzinha  é para os fracos!  O sangue que pulsava nas  veias nas artérias e nos capilares escorre agora em filetes pelas ruas sujando um fétido asfalto. Quase não chove! Quem tem tempo pra chover? Nem o céu chora mais como chorava antes. São novos tempos nova era e quem dera fossem  tempos de paz... Florzinha pode até enfeitar defunto mas não estanca o sangue nem faz velório mais bonito é indiferente. Vida ou morte? Ora, ora! Tanto fez  como tanto jaz. Sandra May

SANGRAMENTO

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O sangue pulsa o sangue corre o sangue escorre menstrua a moça quando o óvulo morre. Entretanto... quando a policia invade sem dó nem piedade sangue faz poça sem segurança criança morre. Sandra May

JOIA RARA II

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É tanto cimento tanto ferro tanto vidro é tanto asfalto...! Meanwhile em mínimos canteiros mudas de verde esmeraldam-se em joias raras. Sandra May

ÁGUAS-MARINHAS

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Imagem: Pixabay Nossos olhos são dois pares De preciosas pedras Águas marinhas Em meio às tantas Turvas águas. Sandra May Para Dominique Mayworm Justen, minha neta

OCULTO

Consumado foi o fato Perdido no meu   sonho  No meu sono... Pra sempre eternizado O desconhecido formatado Em repouso se ocultou. Escondeu de mim a    face Me aplicou um sonífero Acordei! Sandra May